Dinf e C3SL sediam etapa zero da Maratona de Programação da SBC em Curitiba

Neste sábado (25), será realizada a etapa zero da Maratona de Programação da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Esta é uma fase nacional da competição de programação, aberta aos alunos de graduação do ensino superior e do ensino médio de todo o país e equipes de instituições da América Latina. Em Curitiba, o Departamento de Informática da UFPR (Dinf) e o Centro de Computação Científica e de Software Livre (C3SL) vão receber os competidores nesta fase.

Bolsista do C3SL e um dos organizadores da etapa zero, Fernando Kiotheka aponta que as maratonas são excelentes oportunidades de desenvolvimento de trabalho conjunto de visibilidade frente à comunidade de programadores e de fortalecimento da rede de contatos.  “A maratona propicia um ambiente de experiências muito rico, possibilitando muitas oportunidades de aprendizado e emprego. Os maratonistas são ótimos cientistas da computação, pois aprendem a fundo muito conteúdo da área, sendo excelentes em matemática e resolução de problemas, formando ótimos pesquisadores. E os maratonistas também são programadores extremamente competentes que trabalham com abstrações de alta complexidade e que conseguem resolver problemas também altamente complexos”, afirma.

Bolsista do C3SL, Kiotheka é um dos organizadores das maratonas da SBC – Foto: acervo pessoal

Para Kiotheka, o evento aberto ao público geral e com atividades online propicia um espaço com integração de estudantes de vários locais. A fase zero recebeu 895 inscrições de equipes, das quais 846 do país, e 49 de times de alunos da América Latina, como Universidad Panamericana, do México, e Universidad Nacional de Ingeniería, no Peru. “A fase zero é a fase mais democrática da maratona porque é online e todo mundo consegue participar, então é a que tem recorde de participação de longe. Isso faz com que a maratona alcance vários lugares que normalmente não seriam alcançados tradicionalmente. Isso motiva muito o pessoal a participar das próximas fases e conhecer a maratona”, reforça.

Além da integração internacional, o evento também abre espaço para os alunos do ensino médio, que estão decidindo quais caminhos vão seguir na graduação. Esta edição da fase zero contará com 56 equipes do ensino médio. “Pro pessoal do Ensino Médio é uma oportunidade de fazer uma prova que geralmente é voltada apenas para a graduação, e já se iterar no mundo da programação esportiva e começar a se preparar. Eles já ficam cientes de todas as instituições onde existe entusiasmo pela maratona e já começam a pensar no seu futuro, onde vão estudar”, reflete Kiotheka.

 
Etapa da Maratona SBC na UFPR terá 45 participantes

Dos inscritos em Curitiba, os laboratórios do Dinf e do C3SL devem receber 45 participantes nesta etapa da maratona. Ao menos quatro equipes terão bolsistas do C3SL na disputa, sendo elas: equipe Trepa Colinas, formada por Marcus Vinicius, Muriki Gusmão Yamanaka e Anderson Aparecido do Carmo Frasão; equipe Programação Casual: formada por Gabriel Conegero, Roberto Tomchak e Pedro Pesserl; equipe The tortured programmers department: formada por Luize Cunha Duarte, Millena Suiani Costa e Juliana Zambon; e equipe Beecrowd eu só queria mais caracteres: formada por Thiago Trannin, Pedro Vinicius e Raul Gomes.

Assim como nas demais fases da Maratona da SBC, na etapa zero as equipes com até três integrantes recebem uma série de problemas que devem ser resolvidos em um menor intervalo de tempo possível, usando várias linguagens de programação para codificar soluções. A jornada que promove um trabalho em equipe e fomenta a criatividade na solução de problemas a partir de programação tem duração de cinco horas.

A etapa zero é uma oportunidade para os participantes se prepararem e se destacarem antes da competição principal da Maratona de Programação SBC, competição que reúne os melhores programadores do Brasil e do mundo. A primeira fase da maratona está prevista para o fim de agosto.

Bolsistas do C3SL participam de maratona de programação em Santa Catarina

Aqueçam os dedos, ativem os cérebros e empunhem suas linhas de códigos! As arenas de programação na Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Joinville vão esquentar neste sábado (18), e os bolsistas do Centro de Computação Científica e Software Livre (C3SL) estarão lá, representando a garra dos programadores paranaenses na Maratona nas Estrelas, umas das edições das Internas, promovida pelos alunos de computação da Udesc.

Todo ano, a Brute, grupo de programação competitiva formado por acadêmicos de computação da Udesc Joinville, realiza duas competições de programação internas, uma em cada semestre. As inscrições são feitas por times com até três integrantes e mais os Coachs, que dão suporte às equipes. Um time formado pelos bolsistas do C3SL estará no páreo na maratona com Luize Cunha Duarte e Gabriel Lisboa Conegero. Tem ex-bolsistas também no time formado por Pedro Vinícius, Thiago Trannin,  e o mestrando Raul Gomes. Daqui da UFPR, ainda segue mais um time, formado pelos calouros Antonio da Ressurreição Filho, Davi Chaves Rodrigues Dutra Manzini e Arthur Ribas de Oliveira. Segue como coach das três equipes o bolsista do C3SL, Fernando Kiotheka, e o ex-bolsista do C3SL, Vinicius Tikara.

As Internas servem de seletivas dos grupos de programação para avaliar os times que podem competir as fases sub-regionais de programação, realizadas pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Nas maratonas, as equipes recebem uma série de problemas que devem ser resolvidos em um menor intervalo de tempo possível, usando várias linguagens de programação para codificar soluções.

Segundo Kiotheka, que coordena algumas das maratonas de programação em âmbito regional, as maratonas ajudam no desenvolvimento de ações em conjunto, além de ser um espaço de organização de networking. “Esse evento traz em foco o estudo da ciência da computação na área de algoritmos e estruturas de dados. Além disso, o trabalho em equipe é valorizado e para os alunos, é uma ótima oportunidade de conhecer pessoas novas e buscar emprego, além de viajar para muitos lugares legais”, afirma.

Neste sábado na Udesc, a prova terá cinco horas de duração em que as equipes inscritas terão entre 10 e 15 problemas no estilo da maratona International Collegiate Programming Contest (ICPC), mesmo formato adotado nas maratonas da SBC. Segundo o site da Brute, os problemas serão apresentados de forma aleatória, e os competidores deverão usar computadores sem conexão com internet.

“Problemas complexos” e “interação com a sociedade”: vestibulandos do Curso Positivo conhecem cursos de Informática da UFPR

Falando para mais de 300 vestibulandos, nesta segunda-feira (13), Luis De Bona resumiu assim a profissão para quem quer se tornar computeiro: “tem que gostar de resolver problemas complexos” e de “conversar com as pessoas”. O chefe do Departamento de Informática da UFPR e pesquisador do C3SL (Centro de Computação Científica e Software Livre) foi convidado pelo Curso Positivo para participar do evento Conexão Engenharia, no Instituto de Engenharia do Paraná, ao lado de Johnny Marques, do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica).

Aberto ao público e familiares dos vestibulandos, o evento Conexão Engenharia serve para tirar dúvidas de quem deseja seguir na profissão e apresentar a eles a realidade dos cursos superiores mais buscados na área. É a segunda vez que ele é realizado pelo Curso Positivo em Curitiba, mas foi o primeiro convite para o Departamento de Informática da UFPR falar com esses jovens. “Vocês acham que ser computeiro é ficar em casa, comendo Doritos e ganhando bem, na frente da máquina, mas [a computação] é uma atividade social. Temos que olhar para a sociedade, conversar com as pessoas para entender qual o problema que eu tenho que resolver”, disparou Luis De Bona. 

“Na Computação, você precisa ter curiosidade sobre como as coisas funcionam, de entender o porquê de algo dar certo ou errado. Tentativa e erro não funcionam diante da complexidade dos problemas que nós temos hoje. Se você já se aventurou a configurar o roteador da internet, se você se pergunta como é codificada a música em MP3 ou como são transmitidos os filmes da Netflix, se você tem essa curiosidade e está disposto a pensar em problemas complexos, está no caminho da Ciência da Computação”, disse o pesquisador do C3SL, que compartilhou com os vestibulandos sua trajetória profissional e visão de mundo sobre a atualidade da profissão.

Luis De Bona fez um segundo aviso aos futuros computeiros, para ajudar na escolha profissional. “[Se você não gosta de resolver problemas complexos] pode ir para o outro lado, que são os cursos tecnólogos, onde vai aprender a programar e depois será pago para fazer o que lhe pedirem, mas com o alerta que nem sabemos se essa será uma profissão que existirá no futuro. Todo cientista e engenheiro da computação tem que saber programar, mas não é só isso”, adiantou. Johnny Marques, do ITA, usou uma imagem parecida, dizendo que ele via a linha de programação como o tijolo em uma construção, mas que os projetos de engenharia e arquitetura eram feitos por outros profissionais, de formação mais ampla.

“Daqui a cinco anos, quando mudar tudo, [se você tiver se detido apenas na programação] você vai ter muita dificuldade de se adaptar e terá que correr atrás de especialização e não sei o que mais. O que a gente tem de relatos do mercado é que o profissional de vocês [da UFPR] é que ‘ele pode não vir sabendo a tecnologia tal, mas ele sabe estudar computação, ele aprende qualquer coisa em um curto período de tempo’. E, na Computação, isso é fundamental. As tecnologias vão mudar”, completou Luis De Bona. Além de mostrar as diferenças entre os cursos de Ciência da Computação da UFPR e do ITA (com ênfase na engenharia), ele apresentou aos vestibulandos o curso de Informática Biomédica.

Competindo com o ITA pelos vestibulandos, o chefe do Departamento de Informática foi objetivo, destacando a integração com a pós-graduação desde o início, a grande oferta de projetos de pesquisa aplicada e a possibilidade de bolsas de estudo. “Os cursos da UFPR têm muita integração com a pós-graduação. Desde o início [dos estudos], os alunos têm a oportunidade de participar de projetos de desenvolvimento tecnológico, no C3SL e em outros laboratórios com pesquisa aplicada, com oportunidade de bolsa de estudos. Tem muita oportunidade em uma universidade pública do tamanho da UFPR”, destacou. 

“Em um curso de Ciência da Computação, contemplamos todas as áreas: algoritmos, arquitetura [de hardware], engenharia de software, interface humano-computador. No Departamento de Informática da UFPR, temos gente de todas as áreas da computação e vocês estudarão de tudo um pouco. No que vão trabalhar depois? Depende. Temos gente nas mais diversas áreas: no governo, trabalhando para fora, fazendo algoritmo no Facebook e no Google, gente participando de ONGs. É um campo muito amplo. Dá para fazer muita coisa. É muito interessante, além de uma grande responsabilidade, porque um país que não quiser evoluir suas próprias ferramentas, estará condenado ao subdesenvolvimento”, finalizou.

C3SL debate carreira na computação em evento no IEP nesta segunda-feira

A perspectiva no mercado de trabalho na área de computação é tema em evidência na palestra do Centro de Computação Científica e Software Livre (C3SL) no Conexão Engenharia, evento promovido nesta segunda-feira (13) pela Universidade Positivo e Instituto de Engenharia do Paraná (IEP) em Curitiba. No evento, o pesquisador do C3SL e coordenador do Departamento de Informática da UFPR (Dinf), Luis Carlos Erpen de Bona, debaterá o cenário da ciência da computação, uma das áreas em ascensão no mercado da tecnologia.

Com foco nos estudantes de graduação e do ensino médio, o evento tem palestras com profissionais de renome das mais diversas áreas da engenharia, como computação, construção civil, elétrica e eletrônica, mecânica, dentre outras. O objetivo é propiciar um panorama do mercado das engenharias para os futuros engenheiros, abordando desde as etapas de ingresso nas instituições de ensino até o preparo para uma carreira de sucesso no mercado de trabalho.

Com inscrição gratuita, o evento é presencial e será realizado na sede do IEP, a partir das 17 horas, na rua Emiliano Perneta, 174, em Curitiba. Confira a programação completa e se inscreva em https://cursopositivo.com.br/conexaoengenharia/

TRE busca parceria com o C3SL no combate ao deepfake nas eleições

Estratégias contra desinformação tem como alvo magistrados e a sociedade em geral com campanha educativa e produção de sistemas para mapeamento de vídeos

Imagine receber em seu aplicativo de mensagens um vídeo em que você aparece em situação vexatória, mas em um cenário em que você nunca esteve, e falando coisas que você nunca falou. Neste caso, você teria sido vítima de Deepfake, uma técnica de produção de imagens com criação ou sobreposição de rostos e vozes em vídeos. E se este mesmo vídeo circulasse no grupo da família, ou entre seus colegas de trabalho?  Este cenário é hipotético, mas a tecnologia de Inteligência Artificial disponível para fazer algo similar, não.

Em um contexto propício para a circulação da desinformação, como o meio político e as eleições, o uso generalizado de deepfake certamente pode deteriorar a democracia. É nesta conjuntura técnicos do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) estiveram nesta semana no Centro de Computação Científica e Software Livre (C3SL) para debater soluções de informática no combate à ameaça do deepfake nas eleições. O objetivo é estabelecer uma parceria entre o TRE e o C3SL para desenvolver soluções de informática para detectar e prevenir a manipulação de conteúdo multimídia, como vídeos e áudios, que podem ser usados para influenciar a opinião pública e comprometer a integridade do processo eleitoral. Participaram do encontro no prédio do Departamento de Informática da UFPR (Dinf) o Secretário de Tecnologia da Informação, Gilmar José Fernandes de Deus, e o Secretário Administrativo do TRE, Iuri Camargo Kisovec, e os pesquisadores do C3SL, Marcos Alexandre Castilho, Luis Carlos Erpen de Bona, André Ricardo Abed Grégio e Paulo Ricardo Lisboa de Almeida

Com a crescente popularidade da tecnologia e a preocupação do órgão no uso em campanhas ou no cenário das eleições, além de traçar estratégias de formação educacional para a sociedade, o TRE busca na proposta de parceria com o C3SL uma solução que dê suporte aos magistrados no julgamento de casos que envolvam circulação de deepfake. De acordo com o secretário de tecnologia da informação do TER, Gilmar José Fernandes de Deus, uma grande dificuldade no julgamento de processos eleitorais, é aumentar a assertividade dos magistrados na identificação de conteúdos falsos criados digitalmente.  

“Na justiça eleitoral, em diversos momentos ao longo das eleições nos deparamos com situações litigiosas em que é preciso analisar casos envolvendo denúncias de desinformação. O grande problema é conseguir identificar de forma célere, se, por exemplo, de acordo com uma denúncia, o vídeo ou outro material é ou não é um deepfake, se é uma montagem feita por um candidato querendo prejudicar o outro. Hoje, muitas vezes, o magistrado que tem que tomar essa decisão de forma manual, o que envolve um grande risco no processo de julgamento. O que nós queremos é melhorar essa assertividade, e fornecer uma ferramenta ao magistrado dentro de processo jurídico, onde ele consiga ter mais embasamento para tomada de decisão”, afirma Gilmar de Deus.

Para o pesquisador do C3SL, André Ricardo Abed Grégio, uma ação junto ao TRE de combate ao deepfake deve prever ações de curto, médio e longo prazo, considerando a agenda de eleições, e tendo em vista a complexidade de desenvolvimento de uma ferramenta que busca marcas de uso de IA em vídeos. Mirando as eleições que se aproximam, em que os cidadãos de 399 municípios paranaenses seguem para as urnas para escolha de vereadores e prefeitos, Grégio propõe ações de educação focada na população e para os magistrados. A partir do uso de aplicações que demonstram de forma prática os tipos de deepfake, a campanha teria uma proposta educacional permitindo aos magistrados e a sociedade em geral conhecer a partir de vídeos as marcas que ajudariam a identificar se um material pode ou não ser falso. “Dentre os tipos de deepfake, existem as que usam sincronização de lábios, sintetização de áudio, injeção de rosto, criação de uma visão total de vídeo artificial. Uma campanha didática, poderia partir do desenvolvimento de ferramentas que possam servir para ilustrar estes tipos de deepfake”, aponta o pesquisador.

Segundo o pesquisador do C3SL, Paulo Ricardo Lisboa de Almeida, especialista em Machine Learning, a campanha inicial também contaria com vídeos e demais materiais de conscientização. “Usando técnicas de sobreposição de vídeo e som, é possível criar uma campanha educacional ilustrativa em que podemos explicar o que é deepfake, como é formada e reforçando a necessidade de cuidados no compartilhamento de conteúdos nas eleições”, diz Almeida. Para ele, uma outra solução a curto prazo seria a criação de um repositório com os vídeos de campanha criados pelos candidatos. A partir do repositório, é possível comparar novos vídeos em circulação para verificar se não foram gerados a partir dos materiais de campanha, o que agiliza o processo de análise dos conteúdos.

Para os pesquisadores do C3SL, a constituição do repositório aliado ao processo de geração de sistemas que ajudem a criar tipos de diferentes de deepfake fazem parte das medidas de médio e longo prazo, em que é necessário um volume significativo de dados para treinar os modelos na leitura e identificação de marcas de IA nos vídeos. “Para cada tipo de deepfake é necessária uma solução que identifique o padrão usado. Os tipos vão do mais simples, como o lipsync, em que se usa um vídeo existente e síncrona a parte da boca do personagem com um conteúdo vocal diferente; tem o de injeção de rosto, em que se aplica o rosto de um personagem em um outro vídeo; e tem os mais elaborados, como os de IA Generativas, em que os fakes são gerados inteiramente por inteligência artificial”, explica Grégio.

O pesquisador Paulo Almeida complementa que em cada um destes tipos, é preciso um modelo que aprenda as marcas da IA que produziu o vídeo, para gerar resultados de identificação se o conteúdo foi criado por inteligência artificial ou se é autêntico. “Um sistema que indique se um conteúdo é originário de inteligência artificial demanda muitos dados e capacidade de processamento. Em um deepfake totalmente gerado por IA, a gente teria que descobrir como é que a IA generativa está gerando os vídeos e detectar traços ali dentro. Neste caso, seria preciso gerar um monte de vídeos falsos para treinar os nossos modelos. Teria que ter uma rede neural, uma inteligência artificial gerando vídeos, e a gente treinando uma outra inteligência artificial para ficar observando e aprende aí como é que ela gera.

Considerando o crescente cenário de uso de deepfake nas eleições, a parceria entre o TSE e o C3SL no combate à desinformação resultaria em um passo importante para garantir a integridade do processo eleitoral brasileiro. Com a tecnologia do deepfake se tornando cada vez mais popular, é fundamental que os órgãos responsáveis pelo processo eleitoral desenvolvam estratégias para detectar e prevenir a manipulação de conteúdo multimídia.