C3SL na mídia: sites registram importância do software livre

O portal de notícias paranaense Plural, publicou recentemente uma notícia sobre a importância da UFPR para o software livre, apresentando o papel do Departamento de Informática da universidade e do próprio C3SL na distribuição de espelhos.
A reportagem do jornalista Rodrigo Ghedin também está disponível no Manual do Usuário.
O site da UFPR também publicou uma notícia sobre o grupo de pesquisa, confira aqui.

Plataforma MEC RED é um dos projetos vencedores do Open Government Awards

A Parceria para Governo Aberto (OGP) anunciou na última quarta-feira (15/12) os compromissos vencedores do prêmio Open Government Awards, promovido como parte da comemoração de 10 anos da OGP. Entre os projetos selecionados, a plataforma integrada MEC Recursos Educacionais Digitais, desenvolvida pelo Centro de Computação Científica e Software Livre (C3SL), recebeu o 2º lugar. 

Os vencedores, em cada região e modalidade, foram anunciados  na 7ª Conferência Global da OGP (Global Summit), realizada em modo remoto. As premiações “Open Government Awards 2021” são uma forma de reconhecer o trabalho e o comprometimento de atores de diferentes países e regiões que atuaram ativamente na implementação de reformas de governo aberto para promover os princípios de transparência, accountability, participação social e inovação tecnológica.

Foram 45 compromissos inscritos no âmbito nacional e 60 na esfera local que concorreram nas nas modalidades OGP Impact Awards e OGP Local Innovation Awards.

Sobre a plataforma MEC RED

A plataforma integrada MEC Recursos Educacionais Digitais tem a proposta de reunir e disponibilizar, em um único lugar, os Recursos Educacionais Digitais dos principais portais do Brasil. Com o objetivo de melhorar a experiência de busca desses Recursos, a Plataforma foi desenvolvida numa parceria coletiva entre: Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e professoras(es) da Educação Básica de todo o Brasil.

Como um espaço construído por e para professores, a plataforma visa dialogar com a realidade dentro e fora da sala de aula, criar um ambiente colaborativo e de compartilhamento. A Plataforma Integrada disponibiliza mais de 321 mil Recursos Educacionais Digitais para alunos e profissionais da educação. 

Para o desenvolvimento da plataforma, dada a complexidade envolvida na construção de uma rede social, foram mobilizados mais de 30 alunos bolsistas e praticamente todos os pesquisadores do C3SL participaram da elaboração do MEC RED.

C3SL obtém credenciamento para receber recursos via Lei de Informática

O Centro de Computação Científica e Software Livre (C3SL) obteve a aprovação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) para que o Departamento de Informática possa receber recursos via Lei de Informática.

A Lei é um mecanismo de incentivo ao desenvolvimento científico e tecnológico que atua por dedução de impostos às empresas que investem em Pesquisa e Desenvolvimento. Cadastradas junto ao MCTI, as organizações podem redirecionar parte dos impostos que seriam pagos ao governo diretamente às instituições de ciência e tecnologia parceiras. 

Com isso, não apenas o C3SL, mas também o DInf da UFPR e seus pesquisadores de maneira geral podem desenvolver projetos em parceria com a iniciativa privada, recebendo, em troca, recursos que podem ser convertidos em melhorias na estrutura e avanços nas pesquisas. 

Fabiano Silva, chefe do Departamento de Informática da UFPR e professor associado ao C3SL, ressalta que esta conquista beneficia tanto o C3SL e o Departamento de Informática quanto a própria universidade, que também recebe uma parcela dos recursos. “É um passo importante dado pelo C3SL para abrir portas para o grupo, mas também para outros pesquisadores do departamento e também de outras áreas da universidade, já que podem ser viabilizadas pela Lei pesquisas de várias áreas, desde que tenham interface com a informática”.

O professor André Grégio, que encaminhou a solicitação e deu andamento ao processo para obter o credenciamento, reforça a ampla gama de possibilidades que nasce com a inclusão do DInf entre as instituições aceitas pela Lei de Informática. “É uma novidade que impacta o departamento e todo o setor de maneira geral. Por exemplo, ao empregarmos os recursos obtidos com projetos viabilizados pela Lei da Informática para realizar um upgrade no nosso datacenter, que atende múltiplos departamentos, é a universidade toda que se beneficia”, diz. 

Além dos resultados diretos no sentido de adquirir equipamentos de ponta e desenvolver projetos, soluções e tecnologias, as parcerias com a iniciativa privada também permitirão expandir os horizontes de pesquisa e proporcionar aos alunos a ampliação do conhecimento aplicado a diferentes nichos do mercado. 

Após finalizados os projetos, o conhecimento produzido com essas parcerias poderá gerar resultados de propriedade intelectual para as empresas e  pesquisadores envolvidos, dependendo do contrato previamente estabelecido. “Praticamente todos os produtos da área de informática são importados. Com o incentivo da Lei de Informática, podemos trabalhar para desenvolver soluções nossas, brasileiras, que atendam as demandas das empresas e fomentem a formação de recursos humanos especializados no país”, detalha Grégio.

A confirmação do credenciamento foi publicada no Diário Oficial da União, através da Resolução nº 215/2021 do Comitê da Área de Tecnologia da Informação. O credenciamento será válido por dois anos e é passível de renovação após esse período. 

Lei de Informática e impactos

A chamada Lei de Informática é na verdade um conjunto de normas. As primeiras a serem promulgadas foram as Leis nº 8.248/91 e nº 8.387/91, que posteriormente foram alteradas pelo Decreto 5.906/06 e pelas Leis nº 10.176/01, 13.674/18 e 13.969/19. 

Voltada para empresas que têm investimentos concretos e comprovados em Pesquisa e Desenvolvimento, a Lei de Informática atua por meio de créditos financeiros para investimentos em inovação no setor de Tecnologia da Informação e Computação. Assim, para que possam participar, o projeto desenvolvido deve ser relacionado à informática, ainda que na interface com outros setores – como, por exemplo, inteligência artificial, softwares de segurança, aprendizado de máquina, entre outros, empregados em projeto de saúde, segurança, educação, entre outros. 

Para as universidades credenciadas, essa aproximação com a iniciativa privada permitida pela Lei de Informática significa encontrar um modelo sustentável de captação de recursos sem romper com a autonomia universitária e também permite desestigmatizar o trabalho desenvolvido pelos pesquisadores, mostrando que estes podem fornecer entregas rápidas e altamente qualificadas.

Além disso, contribui para romper com o estigma de que o conhecimento produzido nessas instituições fica dentro dos muros das mesmas, já que, embora sejam o berço da inovação no Brasil, as universidades nem sempre são reconhecidas como tal.

Participação do C3SL no 5º Seminário Internacional de Análise de Dados

Entre os dias 16 e 18 de setembro ocorreu no Instituto Serzedello Corrêa, em Brasília/DF, o 5º Seminário Internacional sobre Análise de Dados na Administração Pública. Parte da iniciativa conjunta “Brasil 100% Digital: Integração e transparência a serviço da sociedade”, o evento teve como objetivo promover o compartilhamento de experiências e
boas práticas relacionadas ao uso de técnicas de análise e mineração de dados como instrumento para melhoria da gestão e do controle de entidades e políticas públicas.

Durante o evento, bolsistas do C3SL realizaram a oficina intitulada “Consulta de dados abertos públicos integrados”, na qual apresentaram o repositório Blended Integrated Open Data (BIOD) e ensinaram os participantes a consultar e integrar o banco de dados em processos de análise de dados.

O repositório BIOD é o resultado de uma iniciativa do C3SL para promover a integração e acessibilidade a dados públicos e ele pode ser acessado livremente pela página do projeto: https://biod.c3sl.ufpr.br/.

PALESTRA COM PROFESSOR RICARDO GALVÃO

Com o tema INPE “O INPE e o Monitoramento dos Biomas Brasileiros” Ricardo Galvão fará uma palestra no dia 26 de setembro às 15h30, no auditório da Química no campus Centro Politécnico. Sua palestra ocorrerá dentro do seminário de Pós-graduação em Física . Físico e engenheiro de telecomunicações, Ricardo foi diretor do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), presidente da Sociedade Brasileira de Física, e diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Ambientais (INPE). Desde 1983, é professor titular e pesquisador na Universidade de São Paulo (USP).

SUA PALESTRA SERÁ TRANSMITIDA AO VIVO PELO C3SL em livecast.

LOCALIZAÇÃO

R. Cel. Francisco Heráclito dos Santos, 100 – Jardim das Américas
CURITIBA, PARANÁ, BRASIL
CEP 81531-980

Auditório da Química.

Workshop C3SL

BIOD (Blended Integrated Open Data)
Dados abertos são massivos, consultá-los pode não ser uma tarefa fácil; e esta ferramenta visa facilitar o acesso aos dados abertos. O BIOD utiliza a tecnologia BlenDB desenvolvida pelo
C3SL.
por Lucas Fernandes de Oliveira e Fabiola Santore

PInSis (Pesquisa e Inovação em Sistemas de Informação para Saúde)
Como garantir que os investimentos feitos pelo MS (Ministério da Saúde) são efetivos? Garantir que o investimento em equipamentos que atendem o SUS estão sendo utilizados conforme contrato com hospital? O PInSis, visa dar indicativos para tomadas de decisões, seja para mostrar que a política esta sendo efetiva ou não.
por Raul Gomes Pimentel de Almeida e Bruno Henrique Labres

PortalMEC (Portal do Ministério da Educação)
Este portal oferece conteúdo educacional de qualidade, através do mecanismo de curadoria. Também possui tecnologias empregadas em redes sociais para encontrar os conteúdos; bem como pesquisas simples e avançadas e mecanismos de sincronia dos conteúdos com DSpace.
por Marllon Weslley Cabral Marques e Sayuri Morikane Ribeiro

C3 no Gitgub
Como ampliar a contribuição com Software Livre.
por Matheus de Campos Horstmann

AulaCast | Convidado externo
Aulas interativas e mais atrativas são mais produtivas. Mas como garantir conteúdo digital nas salas de aulas brasileiras, se estas não possuem Internet, ou se quer o AP (access point)? AulaCast vem para preencher esta lacuna e oferecer um eco sistema digital no modelo Fog Networking (computação em névoa). Chat, compartilhar conteúdo, slides, disciplinas, chamadas, entre outros; tudo na palma da mão.


Nosso convidado Doutorando Fabiano Sardenberg Kuss fará a apresentação e dará a oportunidade para todos participarem, no qual os espectadores poderão baixar o app (Android somente) e interagir. Mais informações em: https://aulacast.c3sl.ufpr.br
por Fabiano Sardenberg Kuss

C3SL no CTRL+E 2019

A quarta edição do Congresso Sobre Tecnologias na Educação – Ctrl+e, que aconteceu entre os dias 28 e 30 de agosto de 2019, na cidade do Recife, capital pernambucana, contou com a presença marcante do C3SL – Centro de Computação Científica e Software Livre, da Universidade Federal do Paraná – UFPR, com a apresentação do Projeto Plataforma Integrada MEC RED – Portal MEC.

Com a ideia de compartilhar experiências e conhecimentos de diferentes áreas, tendo como objetivo de lidar com importantes questões envolvendo tecnologias na educação, o Portal MEC foi apresentado por Marcos Alexandre Castilho, Henrique Varella Ehrenfried e Gabriel de Souza Barreto, Professor Doutor, Doutorando e Graduando de Ciência da Computação, respectivamente.

Possuindo tecnologias de ponta, quem foram utilizadas para a idealização do Portal MEC, a exposição do tema envolveu a apresentação da ideia dos algoritmos sofisticados desenvolvidos a partir da observação de empresas como Google e Facebook, que possuem algoritmos de alta performance. Porém, estas são tecnologias que compõe o segredo industrial destas empresas. Com isso, o C3SL desenvolveu em seu laboratório, algoritmos que conseguem fazer mecanismos de busca e redes sociais semelhantes aos do Google e Facebook.

Para conhecer mais do acesse Portal MEC.

Conheça também, o C3SL, suas tecnologias e os projetos desenvolvidos por este grande laboratório de pesquisa.

Para acessar a palestra no Congresso Ctrl+e 2019 visite o link: vídeo

Por Marcia Cristina Varella Ehrenfried

Solução para controle de filas no Erasto Gaertner.

SOLUÇÃO PARA CONTROLE DAS FILAS

Com o objetivo de propor uma solução para otimizar o controle de fluxo de filas das cirurgias eletivas da saúde da mulher, realizadas em um Hospital do SUS, Simone Cristiane de Souza, defendeu sua dissertação de mestrado, no último dia 19 de agosto. Sua proposta de solução diminui em até 30% as filas de cirurgias eletivas em Hospitais Públicos.

Sendo servidora do Hospital de Clínicas (HC) e bolsista do Centro de Computação Científica e Software Livre (C3SL), Simone juntamente com o criador da base de dados da solução, Dante Aléo, também bolsista do C3SL, cria uma metodologia que emprega inicialmente a coleta das informações, entre 2017 e 2018.

Durante este período, foram coletados dados estatísticos, diretamente do portal da transparência do Ministério da Saúde e verificou-se que no Hospital Universitário, entre três especialidades diferentes, o alto tempo médio de espera na fila, faz com que haja licenças anestésicas (LA) vencerem, causando prejuízo ao SUS.

Numa amostra de seiscentos pacientes em fila de espera, todo mês vinte e oito novos pacientes entram nesta fila. Com cerca de vinte procedimentos realizados ao mês, o tempo médio de espera nesta fila é de dois anos. Isto acarreta no vencimento de cento e trinta e seis liberações anestésicas. O vencimento das LAs faz com que estes pacientes retornem ao início do processo, que consiste em voltar à consulta com especialista, refazer exames, obter a liberação anestésica, retornar ao especialista e ser incluído na lista de espera, para tentar realizar o procedimento.

A solução proposta utiliza a estrutura de dados de fila a qual o primeiro entrar é o primeiro a sair. Além disto é utilizado, também, o conceito de buffer infinito com prioridade. Buffer em computação, é uma região de memória física utilizada para armazenar temporariamente os dados enquanto eles estão sendo movidos de um lugar para outro.

Estes conceitos foram integrados com as determinações da Sociedade Americana de Anestesiologia (ASA, em inglês), o que estabelece critérios de prioridades:

ASA III – na cor vermelha – com três meses de validade a L.A. – e são usadas para pacientes acima de 60 (sessenta) anos e/ou com várias comorbidades e quadro clínico agravado.

ASA II – na cor amarela – com seis meses de validade a L.A. – e são usadas para pacientes com idade até 60 (sessenta) anos e que apresentam algum tipo de comorbidade com quadro clínico intermediário.

ASA I – na cor verde – com um ano de validade a L.A. – e são usadas para os pacientes que não possuem nenhuma comorbidade e com quadro clínica estável.

Aplicando estes conceitos temos na prática a diminuição considerável das filas e também a diminuição dos custos.

Ao comparar o sistema atual com o proposto, observamos que o tempo de espera que era de três anos para os pacientes incluídos no critério ASA I, cairia para um ano, caso utilizado a proposta em pauta. No caso de paciente pertencentes ao critério ASA II que precisavam esperar dois anos, agora precisaria esperar seis meses. E o paciente do ASA III, que hoje espera um ano, precisaria esperar três meses.

Com o tempo de espera reduzido é almejado que haja uma queda no número de óbitos e outros (desistências, etc.). A projeção na forma atual, é que haja 180 pessoas que se enquadram neste número, enquanto que na proposta defendida este número seria de 30 pessoas.

Interface da aplicação desenvolvida por Dante Aléo

Figuras das Tabelas ASA1/2/3.
As imagens mostram a posição atual de cada paciente nas filas, levando em conta a data de entrada do Paciente na fila e o vencimento da Liberação anestésica, afim de garantir o maior atendimento de pessoas de forma justa e evitando perdas.
O gráfico com a quantidade de pacientes que estão na fila de cada ASA
Número de tratamentos que foram completados e quantos pacientes tiveram que voltar ao inicio a fila e refazer os exames ( campo perdas ) ao longo do período de simulação.

O gráfico com a quantia de paciente por diagnostico. Nesse prototipo inicial há somente 3 diagnósticos possíveis.

Por Marcia Cristina Varella Ehrenfried

Serviço:

Link de acesso à dissertação

PARTICIPAÇÃO DO C3SL NO SBRC2019 – HACKATHON

Entre os dias 06 e 10 de maio de 2019, o C3SL (Centro de Computação Científica e Software Livre), do Departamento de Informática, da UFPR, participou apoiando e patrocinando a 37ª edição do Hackathon SBRC 2019, na cidade de Gramado, no Rio Grande do Sul. O tema abordado foi “Cidades Inteligentes”.

Os participantes tiveram uma infra estrutura fornecida pelo programa cidades digitais, que é o primeiro passo para a obter cidades inteligentes, na tentativa de solucionar problemas relacionados a administração e mobilidade urbana, possam ser resolvidos de forma inteligente.

O apoio e patrocínio do C3SL/MCTIC (Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicação) ao Hackathon 2019, teve como objetivo de incentivar o desenvolvimento de novas ideias e soluções para dificuldades encontradas nas cidades inteligentes. Sendo assim, o C3SL/MCTIC através do projeto Inclusão Digital Integrada – Monitoramento dos Indicadores de Inclusão Digital do MCTIC forneceu o prêmio principal, uma passagem aérea para cada integrante da equipe vencedora, com destino a cidade que irá sediar o próximo evento, os integrantes da equipe em segundo lugar foram contemplados por fones de ouvido, oferecidas pela SAP Brasil. E para todos os participantes um certificado de participação do SBRC2019-HACKATHON.

Por Marcia Cristina Varella Ehrenfried

Entrega da premiação no evento social

Serviço:

Para conhecer melhor o projeto de inclusão digital acesse o link:

MCTIC

Para conhecer melhor sobre o os projetos que integram o programa cidades digitais acesse o link:

Cidades Digitais

Biblioteca Digital de Periódicos e relação com C3SL

Na manhã do dia 20 de maio de 2019, Elisabete Ferreira, analista de Tecnologia da Informação, e Fabiane Führ, bibliotecária, ambas servidoras do Sistema de Bibliotecas da UFPR (SiBi/UFPR), ministraram a Oficina OJS para os alunos do curso de Gestão da Informação, durante a Semana Acadêmica do Curso de Gestão da Informação da UFPR – 2019.
O Open Journal System (OJS) é um software de gerenciamento e publicação de revistas eletrônicas, desenvolvido pela Public Knowledge Project (PKP) e que permite que todo o fluxo editorial seja realizado dentro de um mesmo sistema, desde a submissão de um artigo pelo autor até a publicação da revista, fornecendo agilidade e transparência ao processo editorial. A Biblioteca Digital de Periódicos da UFPR (BDP/UFPR) utiliza o OJS baixado diretamente da PKP. A implantação em 2004 foi com a versão 2.2.4.0 e que foi realizada em parceria entre o SiBi/UFPR, Centro de Computação e Software Livre (C3SL) e a Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PRPPG). Em 2013, após o SiBi/UFPR assumir a gestão da BDP/UFPR, houve a migração para a versão 2.4.2.0, ação realizada em conjunto pelos membros do Repositório Digital Institucional (RDI/UFPR), com o auxílio da equipe do Centro de Computação e Software Livre (C3SL).